Planejamento de carreira

Qual é a hora certa para fazer o processo de Orientação de Carreira?

Quando devo procurar um profissional pra me ajudar a fazer escolhas de carreira? Talvez essa seja a sua dúvida! Por isso, registrei quatro situações que vão te ajudar a entender se está no momento de buscar o processo de Orientação de Carreira.

Veja a seguir.

>>Quando estiver se sentindo insatisfeita(o) com a vida profissional. Quer mudar, mas não sabe o que quer.

>>Quando você se sente perdida(o). Já pensou em várias opções de carreira, mas não consegue se decidir por uma.

>>Quando você se sente empacada(o). Até gosta do que faz, mas não sabe o que precisa fazer para crescer profissionalmente.

>>Quando você quer destaque profissional. Ter clareza de suas habilidades e competências de força, e escolher uma carreira que aproveite o que tem de melhor.

Esse conteúdo te ajudou? Então, compartilhe este artigo com outras pessoas que também possam precisar dessas dicas! Aproveita e me segue nas redes sociais:

Ver mais

Orientação de Carreira? Coaching de Carreira? Mentoria? Qual a diferença entre estes três serviços e quando contratar cada um deles.

Qual a diferença entre Orientação de Carreira, Coaching de Carreira e Mentoria? Dúvida muito comum entre as pessoas que buscam ajuda para resolver algum dilema da vida profissional. Neste artigo eu te conto qual a diferença entre esses serviços. Veja!

 

>>ORIENTAÇÃO de carreira: tem como principal objetivo apoiar o cliente a fazer uma escolha profissional, baseada em sua identidade profissional e dados de mercado. Tem um número de sessões pré-definido (que variam muito de orientador para orientador), e cada encontro tem duração de 50 min à 1h. A maioria dos Orientadores é formada por psicólogos, mas a técnica pode ser aplicada por profissionais de outras formações, desde que não apliquem testes que são exclusivos de psicólogos. O trabalho não é diretivo: a missão do orientador é ajudar seu cliente a ter clareza de quem ele é, do que quer, das opções que existem e a fazer uma escolha.

 

>>COACHING de carreira: técnica que apoia os seus clientes a atingirem uma meta profissional. Por ser uma técnica, pode ser aplicada por qualquer pessoa que a domine, independentemente de formação de base. O trabalho é 100% focado na meta. Tem um número de sessões pré-definido (que variam muito de coach para coach), e cada encontro tem duração de 1h a 1h30min. O trabalho não é diretivo: o coach ajuda seu cliente a definir estratégias para atingir a meta definida para o processo. Mas a escolha da estratégia é do cliente (não do coach).

 

>>MENTORIA de carreira: trabalho realizado por um profissional com mais experiência, que já conquistou / trilhou um determinado caminho e agora ajudará pessoas que queiram chegar aonde ele chegou. Aqui o trabalho é diretivo! O mentor diz você fez certo, fez errado, deve fazer assim ou assado. O número de sessões e o tempo de duração de cada uma irão variar de acordo com a demanda do cliente e da agenda do mentor. Técnica muito utilizada em empresas para que líderes mais experientes ajudem no desenvolvimento de quem está começando agora em cargos de gestão.

 

Agora você já tem informações suficientes para tomar a melhor decisão de qual profissional ajudará na solução de seu problema! Atualmente eu trabalho da seguinte forma:

  1. Orientação de Carreira: atendendo adultos que estão insatisfeitos com sua vida profissional e buscam ajuda para definir seu próximo passo de carreira, e um plano de ação para alcançar seu objetivo.
  2. Mentoria: formando e desenvolvendo outros Orientadores de Carreira.

 

Lembre-se: pedir ajuda não é sinônimo de fracasso; significa que você está indo na direção daquilo que deseja!

 

Esse conteúdo te ajudou? Então, compartilhe este artigo com outras pessoas que também possam precisar dessas dicas! Aproveita e me segue nas redes sociais:

Ver mais

Erros que você não deve cometer no momento de planejar sua carreira

Planejar sua carreira não é sinônimo de adivinhar o futuro; é sinônimo de criar seu futuro!

Quando você planeja, sai do piloto automático e coloca no papel tudo aquilo que quer para sua vida, definindo também o que fará para chegar lá.

Por isso, eu quero destacar três erros de planejamento profissional muito comuns que você não deve cometer.

 

  1. Focar apenas no desenvolvimento de competências técnicas.
  2. Separar vida pessoal de vida profissional
  3. Não definir metas claras para seus objetivos.

 

Agora vamos a descrição de cada um dos erros e das soluções que proponho:

1) Focar apenas no desenvolvimento de competências técnicas

Oito das dez competências mais desejadas entre os profissionais até 2022, segundo o relatório produzido no Fórum Econômico Mundial em 2019, são comportamentais. Isso mesmo! Por isso, comece agora a desenvolver aquilo que é mais humano em você, porque o que é muito técnico, provavelmente, será substituído pela inteligência artificial.

2) Separar vida pessoal de vida profissional

A vida é uma só e sua carreira faz parte dela. Primeiro você define o a vida que deseja e depois escolhe uma carreira que tenha a ver com ela. É só através dessa integração que sua vida profissional será sustentável a longo prazo.

3) Não definir metas claras para seus objetivos

Um objetivo é bem parecido com um sonho. É algo que você quer, que gostaria de ter, mas sem clareza de como será executado. Para começar agora a escrever seu futuro, precisa definir claramente o que fará, quando fará e como fará para chegar aonde quer.

 

>> Quer aprender a desempacar sua carreira, montando um planejamento factível e conectado com a Vida Extraordinária que deseja? Então, clique aqui e conheça o curso que montei especialmente para te ajudar a sair da inércia e desempacar sua carreira!

 

Me siga no Instagram: @fabiana.abath

Ver mais

Os sete passos para definir seu Plano B de carreira

Estou chamando de Plano B, o trabalho realizado sem ser empregado de alguém. O Plano B (que pode até se tornar plano A) é uma alternativa para profissionais que, por algum motivo, não conseguem se recolocar como empregado.

Para definir o seu plano B, precisará passar pelos passos que darei aqui:

Passo 1) Tenha clareza de suas habilidades, interesses, necessidades e recursos. O que faz bem? O que gosta de fazer? Costuma ser elogiado por fazer o que? Que necessidades busca satisfazer através deste trabalho? Que recursos você tem (dinheiro, suporte, matéria prima, equipamentos, tempo…) para colocar o plano B para rodar.

Passo 2) Quais as opções de trabalho estão em linha com o que listou na etapa 1? Deixarei aqui algumas opções: prestação de serviço (em geral), consultoria, mentoria, dar aulas, vender produtos.

Passo 3) Escolha, pelo menos, três opções dentro das suas áreas de interesse e vá para campo fazer pesquisa! Converse com profissionais que já atuam no formato que está pesquisando, busque informações na internet, estude o mercado (se está em crescimento, manutenção ou declínio; se tem demanda; quais recursos teria que ter disponível para começar; como é a rotina de trabalho; principais obstáculos e etc.)

Passo 4) Coloque no papel os prós e contras de cada uma das opções levantadas. Depois coloque as opções em ordem, da melhor para a pior opção, de acordo com os critérios utilizados para analisar os pontos positivos e negativos de cada uma).

Passo 5) Tome a melhor decisão que pode tomar! Escolha uma opção.

Passo 6) TESTE! Coloque o negócio para rodar no modelo de menor produto viável.

Passo 7) Analise os resultados e monte o planejamento dos próximos passos.

Se você quiser um material estruturado com esse passo a passo, faça o download do e-book ESCOLHA BEM. Lá eu descrevo as algumas das técnicas que aplico com os meus clientes e que te ajudarão a escolher seu plano B.

Se você gostou desse artigo, compartilhe com outras pessoas 🙂

Ver mais

Carreira e Maternidade

Antes de entrar no conteúdo em si, quero falar da minha experiência (prática) com o tema. Sou mãe da Laura, que hoje (em maio de 2020) tem dois anos. Mesmo sendo Psicóloga e Orientadora de Carreira, com todo o conhecimento que eu tenho, ainda assim, eu tive angústias relacionadas aos dois tópicos que falarei aqui: ao equilíbrio (distribuição do meu tempo) e ao modelo de mãe que eu aprendi que deveria seguir. Por isso, todo o conteúdo deste artigo é fruto, não só da minha formação, mas também da minha experiência real como mãe.

 

Vamos começar. O primeiro tópico é o equilíbrio, o bendito equilíbrio que muitas mães buscam entre as diversas áreas da vida.

 

Antes de entrar no conteúdo, proponho que faça um exercício.

 

  1. Pegue uma folha em branco e um lápis. Pegou? Pronto! Divida essa folha em três partes. Uma parte representará sua vida antes de ser mãe, outra sua vida hoje e a outra representará o seu desejo, sua vida ideal.
  2. Agora desenhe um círculo na parte que representa sua vida antes de ser mãe e divida ele entre quatro áreas: trabalho e estudo; lazer e amigos; família; saúde. Divida o seu círculo em pedaços que represente o tanto de tempo que dedicava a cada uma dessas áreas. Pense que está cortando uma pizza, mas que o maior pedaço ficará com a área que você dedicava mais tempo e assim vá dividindo. Quando terminar, faça o mesmo na parte da folha para representar sua vida hoje. E na sequência sua vida ideal.

 

Fez o exercício?

Caso sim, você já deve ter percebido que a sua pizza da vida anterior à maternidade é diferente da pizza atual, que deve estar diferente da vida ideal.

Primeiro ponto para o qual eu quero chamar sua atenção: cada momento da sua vida teve (e terá) uma pizza diferente. Em algum momento você precisou se dedicar mais a saúde (e isso pode não ter sido bom, pode ter sido porque você ficou doente), em algum momento você precisou se dedicar mais a família e assim por diante.

 

Ou seja, o EQUILÍBRIO é um mito!

 

Se você desenhou a pizza da sua vida ideal todas as áreas em perfeito equilíbrio, com os mesmos tamanhos eu lamento dizer: se permanecer buscando isso, se sentirá infeliz e pouco realizada. O melhor que nós, mamães, podemos fazer é encontrar o MELHOR EQUILÍBRIO que podemos ter nesse momento! E isso será diferente de mãe para mãe, porque cada uma está em uma realidade diferente.

Para fechar o exercício, se a sua pizza da vida ideal ficou dividida igualzinha eu peço que redesenhe, entendendo o melhor equilíbrio que pode atingir. Redesenhou? Agora compare a pizza da vida ideal com a pizza da vida de hoje, e escreva três coisas que pode começar a fazer de imediato para se aproximar do equilíbrio ideal. Não precisam ser ações mirabolantes! Quanto mais factível, quanto mais simples, melhor será para você conseguir executar. Pode ser, acordar 20 min mais cedo para meditar, ou ler um livro que goste.

Depois que escrever, comunique a quem está com você nessa jornada que essas são suas prioridades, e que você quer atingir esses resultados. Coloque essa folha em um local visível, de forma que possa relembrar todos os dias qual é o seu equilíbrio ideal e que você, através de pequenas ações, pode alcançá-lo.

 

Muito bem! Agora que já falamos do equilíbrio vou falar do segundo ponto que é um modelo de maternidade. Que tem conexão direta com o primeiro tema que falei.

Muitas mamães (eu mesma me vi fazendo isso) sentem-se culpadas: culpa por querer dar mais tempo ao filho, culpa por ele ficar na escola o dia todo enquanto ela trabalha, culpa porque não consegue fazer exercício físico. Culpa, culpa e mais culpa. Toda essa culpa vem de um modelo ideal que acabamos aprendendo, através de nossa própria mãe e de outras experiências. Então deixa eu te contar uma coisa: você vai escolher o seu modelo de maternidade. O seu modelo ideal é aquele que deixa você e seu filho felizes. E pronto!

Para algumas mães o modelo ideal de maternidade e carreira será trabalhar meio período, para outras será ficar sem trabalhar durante uns anos e depois voltar ao mercado, para outras será trabalhar tempo integral naquilo que ama, para outras será empreender ou se tornar autônoma para ter mais liberdade de agenda. Eu não acredito em modelos! Alguns sites pregam como solução para as mães o empreendedorismo, ser dona do próprio negócio… como se todas tivessem a obrigação de reduzir sua carga horária de trabalho. Eu não acredito em modelos. Você não é todo mundo! Defina o que é valor para você em relação à carreira e em relação à maternidade, e crie o SEU MODELO de maternidade. Sem culpa, sem autojulgamento, o seu modelo!

 

Tenha uma coisa em mente: sempre haverá pessoas para darem opinião julgarem sua escolha. Mas se você tiver certeza do seu caminho e estiver feliz com ele, estará tudo bem.

 

Eu espero que esse conteúdo tenha ajudado você, tirado suas dúvidas e culpas sobre o tema carreira e maternidade.

 

Ver mais

O desafio de planejar a carreira em diferentes estágios da vida profissional

No dia 02 de janeiro de 2018 fiz uma enquete lá no Facebook e os seguidores da página registraram suas maiores dúvidas sobre Planejamento de Carreira. Vou responder hoje a dúvida da Fernanda Stocco. A pergunta dela foi a seguinte:

 

“Quais são os diferentes momentos do planejamento de carreira (antes de iniciar a vida profissional, durante e preparação para a aposentadoria)?”

Tem um autor chamado Edgar Schein que eu sou fã e que descreve 10 estágios de carreira. Para cada uma dessas fases existem necessidades de planejamento de carreira diferentes. Vou descrever a seguir cada uma das fases e seus desafios no planejamento de carreira.

Estágio 1 – Crescimento, fantasia e exploração: período normalmente associado à infância e ao início da adolescência; nessa fase pensar em carreira profissional tem pouco significado, exceto em termos de estereótipo e objetivos de “sucesso”.

Estágio 2 – Educação e treinamento: pode durar meses ou anos, dependendo da profissão escolhida. Existem muitos pontos de mudança nesse estágio até que os objetivos ocupacionais se tornem claros. Nesse estágio o desafio de planejamento de carreira está em definir o caminho profissional que seguirá.

Estágio 3 –Entrada no mundo do trabalho: é caracterizado por se um momento de colocar em prática aquilo que estudou e se preparou para executar. Requer capacidade de ajustamento entre a teoria e a realidade prática. A aprendizagem pessoal começa nesse período, no qual se desenvolve o conceito pessoal da ocupação. Nesse estágio o desafio de planejamento de carreira está em estabelecer critérios para definir o que é sucesso profissional para si e desenhar um plano de crescimento dentro do caminho profissional escolhido.

Estágio 4 –Treinamento básico e socialização: a duração e a intensidade desse período variarão conforme a ocupação, a organização, a complexidade do trabalho e o grau de responsabilidade que a sociedade espera da ocupação. Pode ser considerado como o estágio de maior fonte de aprendizado pessoal porque o indivíduo já responde às necessidades impostas pela organização e/ou ocupação. Nesse estágio o desafio de planejamento de carreira está em manter o curso de crescimento desenhado no estágio anterior, ou mudar a rota (caso não esteja gostando da carreira escolhida).

Estágio 5 – Reconhecimento como membro: depois de passar por alguns rituais ou tarefas a pessoa é reconhecida como profissional. Motivos e valores começam a ficar claros, assim como a pessoa passa a ter um reconhecimento de seus talentos, forças e fraquezas.

Estágio 6 – Reconhecimento de estabilidade e membro permanente: acontece entre os 5 e 10 primeiros anos de carreira. Período de estabilidade em que a pessoa consegue prever (de certa forma) o que ela pode alcançar a longo prazo. A estabilidade existe à medida que o trabalho continua existindo.

Estágio 7 – Crise do meio de carreira, reafirmação: trata-se de um período de questionamento das escolhas iniciais de carreira, ou sobre o nível alcançado, ou sobre o futuro. Não está claro se se trata de um estágio ou de um período de crise, que pode acontecer ou não. Mais uma vez o desafio de planejamento de carreira está em escolher entre manter-se no mesmo caminho ou mudar a rota (mesmo depois de já ter alcançado reconhecimento e estabilidade).

Estágio 8 – Manutenção do status, com vantagem ou descrédito: os insights obtidos no estágio anterior resultam em decisões sobre como deve ser encaminhado o restante da carreira. Trata-se de um período de reafirmação ou redefinição, como por exemplo: crescer mais rápido na carreira, equilibrar vida pessoal e profissional ou mesmo redefinir a área de trabalho.

Estágio 9 – Desligamento: inevitável declínio que ocorre pelo profissional começar a ficar menos envolvido com a trabalho e começar a se preparar para o estágio seguinte: a aposentadoria. Nesse estágio o desafio de planejamento de carreira está em preparar-se para a aposentadoria: identificar como ocupará o seu tempo, se continuará trabalhando ou não.

Estágio 10 – Aposentadoria: Pode implicar, ou não, na saída do indivíduo do mercado de trabalho. É um momento de ajustamento em que as reações e implicações variarão de indivíduo para indivíduo.

 

Espero ter respondido a dúvida da Fernanda Stocco e ter ajudado você a planejar sua carreira!

Ver mais

Definindo Objetivos

Ter objetivos definidos funciona como ter uma direção: você sabe onde está e onde quer chegar. Por isso, o primeiro passo de um processo de coaching é a definição de objetivos. Só a partir daí, é possível definir os caminhos possíveis para atingi-los.

Parece simples, mas não é… muitos não têm clareza de quais são os seus objetivos e nem sabem a importância de defini-los. E aí vão vivendo no estilo “deixa a vida me levar”, as vezes culpando o mundo pelos seus sucessos e fracassos.

E já que é uma etapa muito importante, veja abaixo um dos exercícios que aplico para ajudar os meus clientes a definir seus objetivos de carreira. Mas atenção: com esse exercício dá para definir qualquer tipo de objetivo (não só ligado a vida profissional).

Primeiro passo: imagine sua vida daqui a alguns anos. O que gostaria de ter conquistado? Pense na sua vida como um todo (família, relacionamentos, carreira, estudos, bens materiais e etc.). Lembre-se que seus objetivos profissionais precisam estar aderentes aos seus objetivos pessoais (vice e versa). Use o quadro abaixo para registrar essa etapa.

Como imagino minha vida daqui…

2 anos 5 anos 10 anos 20 anos

 

Segundo passo: avalie se os objetivos que escreveu estão alinhados aos seus valores. Se não sabe ainda quais são os seus valores, aqui no blog o artigo Quais são os meus valores? Ao final da análise, reescreva seus objetivos (se for necessário).

Terceiro passo: agora que você já sabe quais são os seus objetivos, precisa preparar o seu planejamento para alcança-los. Minha sugestão é que, por agora, trabalhe com as metas que escreveu nos quadrantes “2 anos” e “5 anos”. Garanto a você que alcançar o que está planejado para até 5 anos será fundamental para alcançar as outras metas de longo prazo. Use o modelo abaixo para montar seu planejamento (deixei a primeira linha preenchida para que você tenha um exemplo de como fazer).

Objetivo O que quero atingir, especificamente Etapas a conquistar Até quando vou atingir
Fazer um mestrado Concluir um mestrado em Administração – Concluir a faculdade

– Conseguir um emprego que me dê disponibilidade de estudar

2021

 

Agora além de você saber quais são os seus objetivos, tem pronto um planejamento de como atingi-los. Você não só definiu onde quer chegar, mas também o caminho que deve percorrer para chegar lá. A partir daqui, trabalhe duro, acredite em si mesmo e seja fiel aos seus valores, que dará tudo certo!

Ver mais